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MPPR cumpre seis mandados de busca na Operação Cota 140, que investiga prefeito de Marmeleiro por suposta corrupção passiva e lavagem de dinheiro

O Ministério Público do Paraná, por meio da Subprocuradoria-Geral de Justiça para Assuntos Jurídicos e com o apoio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), deflagrou na manhã desta terça-feira, 22 de setembro, a Operação Cota 140. A investigação apura a suposta prática dos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro envolvendo o prefeito de Marmeleiro, Sudoeste do estado.


Foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão, todos em Marmeleiro. As ordens judiciais foram deferidas pela 2ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Paraná. As investigações apuram um possível pagamento ilícito de um imóvel desapropriado pelo Município. O procedimento envolve um aparente sobrepreço na avaliação do imóvel.
Com o cumprimento dos mandados judiciais, foram apreendidos equipamentos eletrônicos e documentos ligados aos fatos. O material será periciado e analisado para instruir o andamento das apurações conduzidas pelo Ministério Público.

Operação Cota 140 investiga desapropriação de imóvel

A Operação Cota 140 foi conduzida pela Subprocuradoria-Geral de Justiça para Assuntos Jurídicos do Ministério Público do Paraná, com apoio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco).

O foco da investigação é o procedimento de desapropriação de um imóvel pelo Município. O MPPR apura se houve irregularidade no pagamento e se a avaliação do bem apresentou valor superior ao devido.

O comunicado do Ministério Público não informa a localização do imóvel, o valor da desapropriação nem o montante do possível sobrepreço.

As suspeitas de corrupção passiva e lavagem de dinheiro ainda são objeto de investigação. O cumprimento dos mandados de busca e apreensão não representa, por si só, uma conclusão sobre a responsabilidade criminal dos investigados.

Documentos e equipamentos eletrônicos foram apreendidos

Durante o cumprimento das ordens judiciais, as equipes apreenderam equipamentos eletrônicos e documentos relacionados aos fatos investigados.

O material será submetido à perícia e à análise do Ministério Público. Os resultados poderão contribuir para o esclarecimento das circunstâncias do pagamento e da avaliação do imóvel desapropriado.

O MPPR não detalhou, no comunicado, a quantidade de equipamentos apreendidos nem informou um prazo para a conclusão das análises.

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